Conhecer muito bem quão pequenas elas são, e por maiores que algumas delas sejam, tu não cabes num lugar tão pequeno.
Seria necessário um infinito de versos pra tentar colocar metade de você em uma poesia, e mais o infinito do infinito pra tentar encaixar um décimo do nosso amor nela, a poesia.
Mesmo contrariando a ideia, tentei.
Escrevi uma poesia pra ti.
Cabe a você, agora, me dizer se me saí bem nessa aventura.
Singular
Ah amorzinho lindo,
Tanto te amo
Quanto te amo
Sem você,
eu sei,
não vivo
Um dia,
sem você,
percebi,
martírio
Começo do dia
ao ouvir teu riso
Inundada de alegria
por ter teus suspiros
Beleza em teus olhos
Teu rosto em meus sonhos
Sorrindo
Meus olhos,
tão tímidos,
te admiram
e teus incansáveis faróis,
tão lindos,
me guiam
Tua voz,
o som,
que me conduz na multidão.
Teu corpo,
as curvas,
de uma estrada sem final.
Ah Luciana,
pois quanto te amo
Sei, sinto, tanto te amo
Pois eis aqui uma poesia sem final,
de uma história sem final,
de um amor sem igual.
Eu e você,
amor singular,
sem igual.
Nenhum comentário:
Postar um comentário